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O PAPEL DO MERCADO SEGURADOR NA CONTENÇÃO DE CRISES CIBERNÉTICAS

24.03.2021
O PAPEL DO MERCADO SEGURADOR NA CONTENÇÃO DE CRISES CIBERNÉTICAS

Por Thiago Tristão 

Na quarta-feira, 10 de março, a diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) determinou que sejam fiscalizados com mais rigor os mecanismos de proteção dos centros de operações elétricas que seguem as orientações do Operador Nacional do Sistema (ONS). Foi definida a abertura de uma consulta pública de análise de impacto regulatório (AIR) para definir uma reformulação na política e nas diretrizes de prevenção deste tipo de ataque. Tal determinação mostra a importância de se preservar o patrimônio de dados e driblar transtornos à população e aos serviços das empresas. 

 

Nos últimos meses, ataques cibernéticos assolaram empresas de todo o País e desencadearam efeitos colaterais quase irreparáveis não somente para seus negócios, mas também para sua imagem e a credibilidade. Na metade de 2020, uma grande companhia brasileira do setor de energia, por exemplo, enfrentou uma invasão hacker que acarretou uma série de problemas e dificuldades técnicas. Uma empresa do ramo de seguros também foi vítima deste tipo de sinistro e teve informações como endereço, CPF e dados de cartões de crédito de clientes copiadas por criminosos.   

 

Se analisarmos o contexto que vivemos desde o início da pandemia, fica cada vez mais claro que o advento do home office tem contribuído indiretamente para a vulnerabilidade dos computadores e, de certa forma, facilitado ransomwares e vazamentos. E vale observar: se até mesmo grandes empresas e sistemas de gestão pública têm sido alvo desse tipo de sinistro, as pequenas e médias organizações tornam-se alvos ainda mais fáceis e, por isso, devem recorrer a seguros especializados neste segmento com urgência.  

 

Mais do que reverter: prevenir 


Embora tenham se intensificado nos últimos tempos, os ataques cibernéticos já são ameaças conhecidas, logo, o amparo a perdas financeiras não é a única solução existente. Nos tempos atuais, os riscos de natureza cibernética podem ser antevistos por meio de mapeamentos estratégicos e estudos dos pontos de vulnerabilidade das organizações. Esse tipo de análise faz parte de um programa processual e detalhado que envolve levantamento de dados, sistemas tecnológicos e equipe técnica 
multiespecializada. Trata-se de um processo completo, complexo e frequentemente atualizado a fim de acompanhar cada novo precedente aberto por novas tecnologias, sistemas e legislações que envolvem os dados das organizações.

Nesse âmbito, é papel das corretoras mediar os interesses das empresas e das seguradoras a fim de apontar coberturas de Cyber Risks customizadas levando em consideração as particularidades de cada segmento. Como especialista no segmento, além de direcionar as melhores ofertas às organizações, a MDS Brasil também tem experiência em acolher as companhias diante de ataques e guiá-las em direção aos próximos passos para a mitigação da situação. Trata-se de um trabalho multifacetado que envolve análise, disponibilidade 24 horas e tomadas rápidas de decisão. 

Nós sabemos o quanto a tecnologia nos ajudou nos últimos anos e, neste mês de março, em que completamos um ano desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou a pandemia da covid-19, fica um sinal de alerta para empresários de todos os tipos, que procurem agentes especializados em seguros cibernéticos para garantir aos seus clientes a segurança de suas informações. Desta forma, poderemos seguir com mais tranquilidade o enfrentamento das novas medidas de isolamento social determinadas nos últimos dias e seguir com a certeza de que alguém está cuidando bem do patrimônio da sua empresa. 

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